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PRÓRROGA

Naturalezas en pandemia


Como imaginación o como mito, como deseo o como fantasía la naturaleza y particularmente los animales estuvieron presentes en nuestro encierro durante el confinamiento. Desde el relato mítico de la sopa de murciélago en Wuhan, a las invasiones de monos hambrientos por la falta de turistas en Tailandia, lo salvaje y estrictamente “natural” se hizo presente en las ciudades con contagios de SARS-Cov-2. Durante las etapas más severas de confinamiento doméstico, compartimos imágenes de carpinchos o ciervos en plazas urbanas mientras el canto de pájaros y los susurros de las ardillas reemplazaron el rumrum de combustión de los motores.

 

La pandemia y el confinamiento aparecen como una instancia de re escritura y re interpretación de la relación sociedad-naturalezas. Como experiencia, pero también como memes, como ironía o con el dejo amargo de las distopías y la ciencia ficción. La explotación animal, la destrucción de ecosistemas y la contaminación se conceptualizan en teorías de diferentes énfasis y alcances (antropoceno, capitaloceno, viroceno). Lo cierto es que el futuro distópico llegó hace rato y se inscribe como nuevas formas contemporáneas y superpuestas de relacionarnos con las naturalezas, re configurando políticas de apropiación, conservación y distancias sociales entre entidades vivas y no tanto. En la convocatoria a este Dossier “Naturalezas en pandemia” proponemos a científicos de todas las disciplinas sociales (historiadores, politólogos, sociólogos, antropólogos) reflexionar sobre ello.


Coordinadores del dossier:


Andrea Mastrangelo (CONICET, Argentina)


Andréa Osório (UFF, Brasil)


Bernardo Lewgoy (UFRGS, Brasil)


 


Los artículos pueden ser presentados hasta el 30/09/2021.


Normas para el envío: http://www.revistaensambles.com.ar/ojs-2.4.1/index.php/ensambles/about/submissions#authorGuidelines


 

 


Naturezas em Pandemia


Como imaginação ou como mito, como desejo ou como fantasia, a natureza, especialmente os animais, tem sido uma presença constante durante a longa quarentena desde o início da pandemia. Desde a narrativa da sopa de morcego em Wuhan até as invasões de macacos esfomeados pela falta de turistas na Tailândia, o “selvagem” e o estritamente “natural” vem povoando as paisagens e o imaginário de cidades com contágios de SARS-COV-2. Durante os estágios mais severos do confinamento, compartilhamos imagens de capivaras ou veados em praças urbanas, enquanto o canto dos pássaros e os sussurros dos esquilos substituíam o ronco de combustão dos motores enquanto o canto dos pássaros e os sussurros dos esquilos substituíam o ronco de combustão dos motores.

 

A pandemia e o confinamento apareceram, neste novo cenário, como instâncias centrais de reinscrição e reinterpretação da relação sociedade-naturezas, tanto no domínio da experiência sensível quanto na produção cultural/digital de memes, ironias, em que o gosto amargo de distopias cruza-se com a potente imaginação oriunda da ficção científica. A exploração de animais, a destruição de ecossistemas e as diversas formas de viver e representar o contágio tem sido conceitualizadas em teorias de diferentes ênfases e escopos (“Antropoceno”, “Capitaloceno”, “Viroceno”, etc.). O certo é que o tão temido futuro distópico já é vivenciado há tempos com a gravidade do presente, inscrevendo-se em formas emergentes e sobrepostas de nos relacionarmos com as naturezas, reconfigurando políticas de apropriação, conservação e distanciamento sociais que redefinem o sentido das entidades vivas (e outras nem tanto) em suas diferentes escalas, temporalidades e enredamentos. No dossiê “Naturezas em pandemia” convidamos todos os cientistas sociais (historiadores, cientistas políticos, sociólogos e antropólogos) a submeterem artigos sobre o tema.


Coordenadores do dossier:


Andréa Osório (UFF, Brasil)


Bernardo Lewgoy (UFRGS, Brasil)


Andrea Mastrangelo (CONICET, Argentina)


 


O prazo para a submissão de artigos é 30/09/2021


Para os autores: http://www.revistaensambles.com.ar/ojs-2.4.1/index.php/ensambles/about/submissions#authorGuidelines

 


 


Direito à cidade em tempos de pandemia: crise, urgências, emergências e o futuro das cidades latino-americanas

 

Em diferentes escalas e contextos, as cidades latino-americanas estão sendo profundamente impactadas pelo estado de urgência e calamidade imposto pelo COVID19. A pandemia está realçando e redefinindo as fronteiras da histórica desigualdade de nossas cidades já marcadas pela segregação socioespacial e pelo acesso assimétrico à infraestrutura urbana e aos serviços públicos essenciais. Ao mesmo tempo, emerge o debate sobre o futuro de nossas cidades em novas bases, a partir de um olhar renovado e transformador.

Isso constitui a oportunidade para que as universidades e seus grupos de pesquisa promovam um diálogo efetivo e multifacetado sobre o agravamento e as consequências provocadas pela pandemia do COVID19 em função de aspectos comuns e singulares de nossas cidades e, também, para que possamos apresentar, para além da lógica mercantil, caminhos e respostas para cidades mais acessíveis, equitativas e justas diante das implicações e dos desafios resultantes desse momento histórico.

Considerando a dimensão do Direito à Cidade** como elemento articulador e eixo conceitual e estruturante das discussões propostas por essa edição da revista, serão aceitos artigos que procurem articular criticamente as lógicas, práticas, singularidades e tendências associadas à disseminação da pandemia Covid-19 sobre as cidades latino-americanas. Dentre as possibilidades de desenvolvimento da temática, interessamo-nos por pesquisas com os seguintes temas:

  • Desigualdades socioespaciais e padrões de disseminação da COVID-19;
  • Influência da disponibilidade de serviços e condições estruturais de mobilidade urbana na dispersão da pandemia de Covid-19;
  • Estratégias e iniciativas auto gestionárias de solidariedade e combate à pandemia em territórios populares;
  • Remoções, despejos e ações de proteção do direito à moradia no período da pandemia;
  • Impactos da precariedade habitacional e sanitária no contexto pandêmico;
  • Pandemia e a relação das pessoas com a ocupação do espaço público e a vida em comunidade;
  • Planejamento e gestão do espaço urbano: cenários possíveis para o pós-pandemia;
  • Formação e desenvolvimento de coletivos e redes de investigação nacionais e internacionais sobre direito à cidade no contexto da pandemia de COVID-19.

 

** Originalmente cunhada pelo filósofo e sociólogo francês Henri Lefebvre em 1968, o Direito à Cidade representa o direito aos benefícios da vida urbana como um bem comum e, também, a liberdade de pensar, construir e reconstruir as cidades a partir de lutas e resistências voltadas para a superação das relações capitalistas que negam a vontade coletiva de seus habitantes.

 

Coordinadorxs del dossier:

 

Marcel Fantin – Docente no Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e Pesquisador do YBY - Grupo de Estudos Fundiários, Políticas Urbanas, Produção do Espaço e da Paisagem

Email: mfantin@sc.usp.br

Natalia Mayumi Bernardino Tamanaka – Mestranda no Instituto de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo e Pesquisadora do YBY - Grupo de Estudos Fundiários, Políticas Urbanas, Produção do Espaço e da Paisagem

Email: natalia.tamanaka@usp.br

Los artículos deben ser presentados hasta el 16 de julio de 2021.

 

Normas para el envío: http://www.revistaensambles.com.ar/ojs-2.4.1/index.php/ensambles/about/submissions#authorGuidelines

 

 

Derecho a la ciudad en tiempos de pandemia: crisis, urgencias, emergencias y el futuro de las ciudades latinoamericanas

 

En diferentes escalas y contextos, el estado de urgencia impuesto por la pandemia de COVID-19 afectó profundamente las ciudades latinoamericanas. La pandemia está reforzando y redefiniendo las fronteras de las desigualdades históricas de nuestras ciudades, marcadas por la segregación socio-espacial y por el acceso asimétrico a la infraestructura urbana y a los servicios públicos esenciales. Al mismo tiempo, este contexto reconfigura los debate en torno del futuro de nuestras ciudades, a partir de una visión renovada y transformadora.

Esta convocatoria busca promover un diálogo multidimensional sobre el agravamiento y las consecuencias provocadas por la pandemia, en función de aspectos comunes y singulares de nuestras ciudades y, también, contribuir a una reflexión sobre los caminos y las respuestas, más allá de las lógica mercantil, para ciudades más accesibles, equitativas y justas frente a las implicancias y los desafíos de este contexto histórico.

Consideramos la dimensión del Derecho a la Ciudad** como un elemento articulador, eje conceptual y estructurante de las discusiones que propone este dossier. Buscamos abrir un diálogo entre investigaciones que procuren articular críticamente las lógicas, prácticas, singularidades y tendencias asociadas a la expansión de la pandemia de COVID-19 sobre las ciudades latinoamericanas. Dentro de las posibilidades de desarrollo de esta temática, nos interesan las investigaciones que aborden los siguientes temas:

  • Desigualdades socio-espaciales y patrones de diseminación del COVID-19;
  • Influencia de la disponibilidad de servicios y condiciones estructurales de movilidad urbana en la dispersión de la pandemia de COVID-19;
  • Estrategias e iniciativas auto-gestionadas de solidaridad y combate de la pandemia en territorios populares;
  • Remociones, desalojos y acciones de protección del derecho a la vivienda en el período de pandemia;
  • Impactos de la precariedad habitacional y sanitaria en el contexto de la pandemia;
  • Pandemia y la relación de las personas con la ocupación del espacio público y la vida en comunidad;
  • Planeamiento y gestión del espacio urbano: escenarios posibles para la post-pandemia;
  • Formación y desarrollo de equipos y redes de investigación nacionales e internacionales sobre el derecho a la ciudad en el contexto de la pandemia de COVID-19.

** Originalmente acuñada por el filósofo y sociólogo francés Henri Lefevre en 1968, el Derecho a la ciudad representa el derecho a los beneficios de la vida urbana como un bien común y también la libertad de pensar, construir y reconstruir las ciudades a partir de las luchas y resistencias orientadas a la superación de las relaciones capitalistas que niegan la voluntad colectiva de sus habitantes.

 

Coordinadores del dossier:

 

Marcel Fantin – Docente en el Instituto de Arquitectura y Urbanismo, Universidad de São Paulo y Investigador en YBY - Grupo de Estudios de Suelo, Políticas Urbanas, Producción del Espacio y Paisaje

Mail: mfantin@sc.usp.br

Natalia Mayumi Bernardino Tamanaka – Estudiante de maestría en el Instituto de Arquitectura y Urbanismo, Universidad de São Paulo y Investigadora en YBY - Grupo de Estudios de Suelo, Políticas Urbanas, Producción del Espacio y Paisaje

Mail: natalia.tamanaka@usp.br

 

Los artículos deben ser presentados hasta el 16 de julio de 2021.

 

Normas para el envío: http://www.revistaensambles.com.ar/ojs-2.4.1/index.php/ensambles/about/submissions#authorGuidelines

 

                                  

ADEMAS...

Convocatoria permanente para a publicar artículos en las siguientes secciones:

- Textos Ensamblados,

- Investigaciones en Borrador,

- Otras Texturas,

- Reseñas y Contraseñas,

- NdeT.

 

Dossier

 

Próximos números:

3. Balances de una década. Coordinación: Gerardo Aboy Carlés, Osvaldo Battistini y Cecilia Ferraudi. Cierre de la convocatoria: 15 de abril de 2015.

2. Arte/mercado. Coordinación: Pablo Semán, Débora Gorbán y Cecilia Ferraudi. Cierre de la convocatoria: 31 de octubre de 2014.

 

 
Enviado: 2014-12-05
 

Secciones permanentes

 
La revista Ensambles recibe, en convocatoria permanente, contribuciones para las siguientes secciones: “Textos ensamblados” se compone de artículos académicos sobre temas diversos, “Borradores de investigación” está orientado a las reflexiones teóricas, metodológicas y políticas que se derivan de la práctica de investigación en ciencias sociales, “Otras texturas” está dirigido a otros lenguajes sobre lo social y “Reseñas y contraseñas” discute lecturas.  
Enviado: 2014-12-05
 
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ISSN versión impresa: 2422-5444
ISSN en línea: 2422-5541

 

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